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FudeBrowZer* |
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Introdução: Com o TCP/IP do UZIX você pode fazer conexão discada com seu MSX. Isto significa que você pode acessar a Internet do seu MSX apenas discando para o seu provedor. Bem, e o que a maioria das pessoas faz com a Internet? WWW! E WWW significa gráficos, páginas colorias. Um navegador web em modo texto, como o Lynx, pode navegar pelas páginas da web com sucesso, mas um navegador gráfico, como o Netscape, pode fazer isso dando muito mais diversão e prazer. Mas decodificar HTML não é uma tarefa fácil, mesmo para um navegador em modo texto, em uma máquina que não tem milhares e milhares de megas disponíveis de RAM e clock de CPU. E decodificar gráficos JPEG e GIF é realmente um trabalho difícil. Então, o que fazer? A solução é simples: por que gastar a CPU do MSX decodificando páginas HTML quando você pode deixar que outra máquina faça isso? Deixe outra máquina fazer o trabalho pesado! O MSX irá obter as páginas HTML em um formato mais apropriado e facilmente as apresentará na tela para o usuário. Acesso gráfico à web fácil e rápido! Como funciona: Existem duas aplicações separadas envolvidas: a aplicação cliente, chamada FudeBrowZer, executada no MSX, e a aplicação servidora, chamada WILD (WWW Intelligent Lowsizer Daemon). O WILD é executado em uma máquina poderosa (um PC, uma estação de trabalho, etc) e age como um servidor proxy: ele recebe requisições, converte páginas HTML normais para o formato do MSX e as envia para quem as requisitou. O servidor WILD roda em uma máquina em algum lugar do mundo, e é acessado usando uma conexão normal à Internet. Por exemplo, suponha que um servidor WILD está disponível em www.foobar-net.org. Você vai ao seu MSX, se conecta ao seu provedor e inicia o FudeBrowZer. Você requisita o site "http://uzix.msx.org". Neste momento, o FudeBrowZer se conecta a www.foobar-net.org e requisita o site "http://uzix.msx.org". O servidor WILD em www.foobar-org.net irá contactar o site uzix.msx.org, obter a página completa, convertê-la e enviá-la para seu MSX. Este método é mais rápido que carregar e decodificar uma página HTML pura. Um exemplo: a página inicial do site do UZIX, incluindo os gráficos, tem cerca de 15kb. A mesma página, após convertida pelo servidor WILD, tem apenas 2,5kb! O tempo de carregamento é 6 vezes menor, e a apresentação da página ao usuário é instantânea. Não é necessário converter arquivos GIF / JPEG / PNG / HTML ou o que quer que seja. E uma pequena nota: o tempo gasto pelo servidor para converter as páginas HTML é zero quando comparado com o tempo necessário para o download pelo MSX. Finalmente, vários servidores WILD podem estar funcionando pelo mundo. Se um servidor não está operando no momento, o FudeBrowZer tenta outro. Funcionalidades do FudeBrowZer:
Erros conhecidos e funcionalidades faltantes:
Acesse a página de Telas do UZIX para ver algumas telas de navegação pela WWW com o FudeBrowZer. Servidores WILD pelo mundo: Estes são os sites que, no momento, hospedam servidores WILD:
Acesse a página de Downloads para obter o programa de instalação ou imagem de disco do UZIX, que inclui o módulo TCP/IP e o FudeBrowZer. Também está disponível, para download em separado:
O servidor WILD e o cliente FudeBrowZer foram implementados seguindo o protocolo "FlyBrowser", criado por Ricardo Bittencourt e disponível em http://fly.to/flybrowser (em português). Devido ao fato do protocolo FlyBrowser ter como alvo o processador de vídeo TMS9128A (o VDP do MSX1), o navegador FudeBrowZer usa modo de vídeo do MSX1. Este modo oferece a vantagem de causar maior compactação dos dados de imagens. O servidor WILD foi inteiramente escrito a partir do nada por Adriano Cunha. Nenhum código proprietário foi usado e o código-fonte está disponível sob a licença GPL. Se você quer hospedar um servidor WILD na sua máquina, corrigiu um erro ou melhorou o WILD, por favor, avise adriano@uzix.org. O código-fonte do navegador FudeBrowZer não pode ser disponibilizado ainda por conter material proprietário. Apenas a distribuição do código binário está disponível no momento. Tão logo uma implementação livre seja feita, ela será disponibilizada aqui. Agradecimentos ao Ricardo Bittencourt pela ajuda com rotinas e no entendimento do protocolo FlyBrowser. Agradecimentos também a Marco Antônio Simon Dal Poz, Sean Young, Sandy Pleyte e Sander van Nunen pela preciosa ajuda e a Giovanni Nunes e Raul tabajara pelas fontes do cliente FlyBrowser original. * Nota: Algumas pessoas ficam curiosas e, até mesmo, ressabiadas, com o nome dado ao navegador, FudeBrowZer. A origem do nome, ao contrário do que estas pessoas pensam, é inocente e partiu de uma brincadeira na lista brasileira de discussão sobre o MSX, a MSXBR-L. O nome 'FudeBrowzer' quer dizer apenas 'browser fudeba'. E a palavra 'fudeba', também, não tem conotação maliciosa alguma. Uma explicação bem-humorada sobre a origem da mesma é apresentada abaixo, retirada da página oficial da MSXBR-L: Sobre a palavra 'fudeba', e a malta de asseclas, ops, irmãos iluminados que seguem a doutrina encerrada na seita do fudebismo: conta-se que um programador japonês da ASCII Corp., Toskitoshi Nakumbumbo, jogou The Castle Excelent durante 84 horas, sem repetir nenhuma sala, sem salvar o jogo e com SHIFT+F4 travado, para que o jogo fluísse bem mais rápido. Quando ele chegou na centésima sala, pronto para salvar a princesa... Acabou a luz. Ele então recebeu uma pontual iluminação, vinda do alem (já que estava tudo apagado...) e ele foi iluminado com o supra-sumo da essência do fudebismo. Diz também a mesma lenda que um pequeno holandês jogou Pink Sox até o final, mas quando foi ver a ultima tela, seu drive fudeba deu um bad sector. Ele foi então Iluminado. Certa vez perguntaram a um brasileiro qual era o melhor jogo já produzido no seu país. Ele respondeu: 'ZORAX'. Ele era um fudeba. Conta-se também que um fã de musica decidiu ouvir todos os discos dos Rolling Stones, Nelson Goncalves, Maria do Relento, o disco do Pelé, Bela Bartok e o Ray Conniff, em seqüência e intercalados, sem parar para dormir e comer, durante mais de 144 horas. Ele queria entrar para o Guiness. Quando ele completava a 137a. hora, houve um inexplicável terremoto na cidade onde esse fã morava. Apenas a casa dele foi afetada. O chão da sua sala rachou. Adivinhe o que aconteceu? Toda a sua coleção de LPs, junto com aparelho de som e tudo foi tragado pelo buraco, provavelmente com o vetusto objetivo de animar uma festa no inferno, ao som de 'Sympathy for the devil` e `Aquarela do Brasil` tocado ao trombone. Ele então recebeu uma inexplicável luz e foi agraciado com a revelação do supra-sumo da essência do fudebismo, apenas dizendo, meio-tremulo: 'Fudeba...'. Conta-se ainda também que um guru eremita, morador de uma montanha no Medio-Alto Himalaia Baixo, depois de muita meditação, ginseng, guaraná em pó natural e jejum sobre uma cama de pregos, depois de conseguir levitar e tomar banho sem derramar uma gota, depois de beliscar as asas de um mosquito sem machucá-lo, depois de desviar de um facho de luz, minimizar a sua própria sombra e conseguir fazer uma ligação telefônica interurbana usando a Telefônica... Ele já era capaz de vestir um paletó de uma listra só, e teve uma tremenda inanição. Foi internado as pressas pelo curandeiro da aldeia mais próxima. O 'dotô' o enviou então para um hospital que era um misto de câmara dos horrores, sanatório e sede do comitê eleitoral do Enéas. Lá, depois de muita tortura, alimentação pobre e gritos de `Meu numero é 56!`, ele finalmente recebeu uma iluminação do alem do aquém, vindo do anti-subinconsciente e foi iluminado com a essência máxima do fudebismo. Depois disso, coitado, internaram ele na ala dos loucos perigosos, aos gritos histéricos de: `Fudeba! Fudeba! Eu descobri! Eu fui iluminado! Fudeba!". O fudebismo é uma filosofia que remonta a tempos imemoriais, que engloba a todas as outras filosofias de vida existentes - seita Portal do Paraíso, chacinologia, urinologia, paranóia, Star Trek, 'A verdade esta' lá fora', até mesmo o moinhismo. Falando em moinhismo, ele era até o surgimento do fudebismo a mais antiga e até então a mais abrangente de todas. Afinal das contas, 'a vida é um moinho' (um dos seus maiores expoentes foi o sambista da Mangueira, Cartola, quando definiu numa de suas musicas que o mundo = vida -=> 'O mundo é um moinho'). Para maiores informações a respeito do moinhismo, procure em http://www.lsi.usp.br/~ricardo/moinho.htm. Agora, o que é essa essência máxima do fudebismo? Essa essência é a suprema sabedoria, o conhecimento desconhecido do verdadeiro sentido da palavra fudeba. Para você entender toda a abrangência da palavra fudeba, é algo complicado. Esses exemplos acima mostram o quanto alguns sofreram para descobrir o verdadeiro sentido da palavra fudeba. Bem, digamos que possamos resumir o significado de fudeba como: Ser fudeba é... ser fudeba! É mais do que um estado de espirito, mais do que algo que possa ser definido... Fudeba é... simplesmente fudeba. Fim. E você é fudeba, a propósito. Por que? Porque sim. Você é fudeba. Fim. Existem outros acrônimos, como 'fubapa', mas não convém ao não-iniciado saber o seu significado ainda, pois ele ainda não adquiriu um nível alto o bastante dentro da fudebaria generalizada. |